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06/10/2021 às 14h49 - atualizada em 06/10/2021 às 14h58

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Wagner Carvalho

Maringá / PR

Nova Central, CNTI, CSPB e Contratuh intensificam ações contra a PEC 32/20
Defesa dos serviços públicos brasileiros.
Nova Central, CNTI, CSPB e Contratuh intensificam ações contra a PEC 32/20
NCST mantém vigília no Anexo II da Câmara dos Deputados na missão de reverter votos contra a PEC 32

Confederações nacionais do setor público e do setor privado se engajam na agenda em defesa dos serviços públicos brasileiros.



Nesta terça-feira (05/10), a Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST em conjunto com Confederações nacionais do setor público e do setor privado que integram a malha orgânica da entidade, intensificaram ações nos aeroportos e no Congresso Nacional com o objetivo de derrubar a PEC 32/2020, que destrói os serviços públicos brasileiros e que está aguardando votação no Plenário na Câmara dos Deputados (saiba mais). As entidades somaram forças a outras tantas que compreendem os incalculáveis retrocessos econômicos e sociais resultantes de uma eventual aprovação do projeto.



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Após sucessivos adiamentos e revisões no texto da Proposta de Emenda à Constituição, os termos da chamada “reforma administrativa” permanecem inaceitáveis, possibilitando a privatização e terceirização de serviços essenciais; a contratação “temporária” por até 10 anos sem concurso público e por critérios meramente políticos para o ingresso nas carreiras públicas, possibilitando a abertura de um balcão de negócios e o estabelecimento das “rachadinhas” (crimes de peculato) que ganharam o noticiário nacional a partir dos fatos revelados na história recente.


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“Não podemos permitir que, diante de um cenário de absoluto desamparo de parcela crescente de cidadãos brasileiros, o governo venha retirar sua responsabilidade de ofertar serviços indispensáveis como educação, saúde, pesquisa científica entre outros. Serviços, estes, fundamentais para a retomada do crescimento econômico e desenvolvimento nacional, sem os quais nenhum país logrou sucesso econômico e social. A Nova Central, Confederações e entidades filiadas compreendem as ameaças em curso e seguem firmes em defesa da sociedade e da própria soberania nacional”, enfatizou o presidente da NCST, José Reginaldo Inácio.

FONTE: Imprensa NCST com Secom/CSPB

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